O Pote das Virtudes

Adelaide Almeida - segunda-feira, 3 de outubro de 2016
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Quando refletimos sobre nossa vida percebemos que nossas Virtudes são infinitas. A Virtude é qualidade do que se conforma com o considerado correto e desejável. Fazer um Pote das Virtudes é um exercício delicioso para nos conhecer melhor, além disso, para nos lembrar das nossas qualidades. Muita gente tem o hábito de não se valorizar. O Pote das Virtudes é um recurso para fazer exatamente isso, valorizar-se todos os dias.

Todos os dias retire uma Virtude e leia em voz alta a frase: “Eu sou …”

Como fazer o Pote das Virtudes? Olha só como é simples!

Material:

Um potinho de vidro

Um pedaço de tecido

Um pedaço de elástico

Caneta permanente para escrever no vidro.

Cola

Uma folha de sulfite

Canetinhas coloridas ou lápis de cor

 

São 9 passos.20160920_181852

1- Lave e seque o potinho e a respectiva tampa.

2-Faça desenhos de Mandalas com o diâmetro um pouco menor que a tampinha.

3-Pinte as Mandalas com capricho.

4-Cole as Mandalas na tampa e em dois pontos do vidro.

5-Faça um círculo com o tecido para fazer a saia da tampa.

6-Escreva as letras do seu nome e sobrenome em papeizinhos. Uma letra por papel.

7-Escreva uma virtude para cada letra  formando a frase: “Eu sou …”

8-Faça desenhos para enfeitar os papeizinhos.

9-Escreva no vidro com a caneta permanente: “Pote das Virtudes”

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Mandala

Adelaide Almeida - segunda-feira, 26 de setembro de 2016

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Mandala

Mandala significa círculo em sânscrito. Mandala também possui outros significados, como círculo mágico ou concentração de energia, e universalmente a mandala é o símbolo da integração e da harmonia. Diferentes mandalas têm diferentes padrões visuais que despertam sensações diferentes.

A mandala é uma espécie de instrumento, meio, emblema que em diversas línguas da península indostânica significa círculo. Mandalas são diagramas geométricos rituais: alguns deles correspondem concretamente a determinado atributo divino e outros são a manifestação de certa forma de encantamento. A sua antiguidade remonta pelo menos ao século VIII a.C. e são usadas como instrumentos de concentração e para atingir estados superiores de meditação (sobretudo no Tibete e no budismo japonês).

Durante muito tempo, a mandala foi usada como expressão artística e religiosa, através de pinturas rupestres, no símbolo chinês do Yin e Yang, nos yantras indianos, nas thangkas tibetanas, nos rituais de cura e arte indígenas e na arte sacra de vários séculos.

No budismo, a mandala é um tipo de diagrama que simboliza uma mansão sagrada, o palácio de uma divindade. Geralmente, as mandalas são pintadas como thangkas e representadas em madeira ou metal ou construídas com areia colorida sobre uma plataforma. Quando a mandala é feita com areia, logo após algumas cerimônias, a areia é jogada em um rio, para que as bênçãos se espalhem.

Carl Jung descreve as mandalas como quadros representativos ideais ou personificações ideais que se manifestam na psicoterapia, interpretando-as como símbolos da personalidade no processo da individuação.